saudades absurdas do tempo do paliteiro e do saleiro, na falta de assunto eram a diversão, na falta do que fazer a expiação dos pecados dos amigos, dos garçons ou mesmo dos próximos ocupantes da mesa. o mais legal era abrir o paliteiro, viré-lo de onta-cabeça e colocar a tampa no topo, como se estivesse tudo no lugar, o incauto que tentasse pegar um palito era obrigado a participar do campeonato mundial de pega-vareta. (paliteiro e saleiro ainda existe, o casal da foto é do mesmo bar dos posts anteriores)
Thursday, September 17, 2009
desconstruindo anita
saudades absurdas do tempo do paliteiro e do saleiro, na falta de assunto eram a diversão, na falta do que fazer a expiação dos pecados dos amigos, dos garçons ou mesmo dos próximos ocupantes da mesa. o mais legal era abrir o paliteiro, viré-lo de onta-cabeça e colocar a tampa no topo, como se estivesse tudo no lugar, o incauto que tentasse pegar um palito era obrigado a participar do campeonato mundial de pega-vareta. (paliteiro e saleiro ainda existe, o casal da foto é do mesmo bar dos posts anteriores)
continuando para bingo
no mesmo botequim citado no post anterior, encontrei uma outra placa, a foto foi tirada de uma certas distância, mas o referido aviso diz o seguinte: "não atendemos com anima nem sem camisa". olhei à minha volta analizando a equipe do estabelecimento e reparei que a placa dizia a verdade; não havia um garçom ou atendente sequer, sem camisa, muito menos arrastando algum pobre animal pela coleira dentro do estabelecimento.
paciência

a grande verdade é que não tenho o menor saco pra blog, nem pra escrever nem pra ler, mas tem coisas na vida que merecem ser lembradas, merecem uma menção honrosa, como essa placa no bar brasil, por exemplo. graças a informação escrita nessa placa, descobri que, ao contrário do que pensava, o amex não é um cartão de crédito...
Wednesday, August 19, 2009
dia de pensar para andar
sempre digo que não tenho orgulho de tudo que fiz na vida mas que não me arrependo de nada disso que fiz. é verdade, não que não fizesse muita coisa de outras maneiras ou mesmo nem fizesse, muito menos que queria voltar atrás e viver tudo de novo, mesmo já sabendo tudo que sei. qual seria a graça disso, onde ficaria o prazer de viver cada novidade, de descobrir cada cheiro, cada sabor, de abrir cada presente... gosto de quem eu sou. gosto, mesmo que pelo mal que me tenha feito, de tudo que passei. nasci, sorri, apanhei, beijei e cresci.
Wednesday, August 12, 2009
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